Não existia comunicação entre os dois planos. Olorum, então, enviou seu filho mais velho, (o Senhor do Pano Branco), para criar a Terra seca. Obatalá desceu através de uma corrente de ouro, levando uma galinha, uma pomba e um pouco de terra. Ao espalhar a terra sobre a água, os animais a ciscaram, expandindo o continente. Assim, o mundo físico foi formado.
Porém, a mitologia conta que, após a criação do mundo, os humanos viviam em sofrimento e dificuldade. Eles não possuíam tecnologia, saúde ou ordem social. Foi então que Olorum enviou os Orixás para a Terra, cada um portando um poder específico (o Axé) para auxiliar a humanidade a viver plenamente. Esse evento é a base de toda a mitologia: o Os Orixás como Arquétipos da Natureza Na Mitologia dos Orixás, cada divindade rege um elemento natural. Essa relação é literal e energética. Quando vemos uma cachoeira, estamos vendo a presença de Oxum; quando sentimos o vento forte, sentimos a presença de Iansã. Mitologia dos Orixas
Neste artigo, vamos explorar a origem, a estrutura e as histórias fascinantes que compõem a rica tapeçaria da Mitologia dos Orixás. Para entender a mitologia, é preciso compreender a cosmologia Iorubá. No início, existia apenas o Céu ( Orun ), governado por Olorum (o Deus Supremo, o criador de tudo), e a Terra ( Aiyê ), que era um pântano coberto por um manto de água. Não existia comunicação entre os dois planos
Diferente da mitologia grega, onde os deuses habitam o topo do Monte Olimpo e se distanciam dos mortais, os Orixás são forças vivas e presentes. Eles são a personificação das energias da natureza e dos ancestrais divinizados que caminham lado a lado com a humanidade. Ao espalhar a terra sobre a água, os
Aqui está um artigo completo e detalhado sobre a Mitologia dos Orixás, estruturado para ser informativo, envolvente e otimizado para leitura. A Mitologia dos Orixás é muito mais do que um conjunto de histórias folclóricas ou lendas antigas; ela é a espinha dorsal espiritual e cultural de milhões de pessoas, principalmente no Brasil e em Cuba, com raízes profundas na África Ocidental, especificamente na cultura Iorubá (Nigéria e Benim).